Araruta

Nome científico:  Marantha arundinácea
Outro nome: Agontiguepe

Erva viváz, com escamas; folhas pecioladas, alternadas, lanceoladas, com extremidade inferior em ponta aguda, um tanto peludas no lado inferior; flores de cor branca, pequenas, que se apresentam solitáriamente ou então em panículas; e sementes de superfície enrugada, de um vermelho pálido. - É do rizoma que se extrai uma fécula branca, sem cheiro, de consistência delicada, tradicionalmente empregada em confeitaria para a confecção de biscoitos, bolos e doces. A araruta não é extraída somente da planta a que nos estamos referindo, sendo também obtida de outros vegetais, como por exemplo, a Marantha ramosissima, nas Índias; e no Chile da Alestremeria pallida. Entre nós, tira-se araruta também da mandioca e da batata-inglesa. Há algumas variedades, dentre as quais as seguintes: - Caixulta-de-São-Paulo, caixulta-comum, caixulta-especial, caixulta-gigante, Marantha indica e Marantha silvatica.  A araruta contém uma substância de gosto acre que ataca a pele, irritando-a, e suas folhas constituem boa forragem. - A araruta é indicada na convalescença, seu mingau fortalece os fracos, crianças e idosos e nos outros casos de debilidade orgânica, agindo como fortificante pelo seu poder alimentício. Em pessoas com problemas intestinais, dispepsias. Aplica-se também em feridas purulentas; é contra veneno de cobras.



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